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Telas dobráveis: essa tecnologia vai vingar?

Veja a nossa análise da situação atual dos smartphones dobráveis.

postado 03 de mai de 2019

A tecnologia dos smartphones dobráveis ainda está no começo de seu desenvolvimento, e os lançamentos das primeiras gerações mais parecem protótipos colocados no mercado. Isso leva a discussões em torno das perguntas: vai dar certo? Os celulares dobráveis serão a nova onda da categoria? Nos tópicos abaixo nós procuramos responder essas questões e traçar um panorama atual da tecnologia. Bora lá?

O que são telas dobráveis?

A tecnologia se refere a celulares com uma tela menor expansível. A ideia é abrir o aparelho e transformá-lo em uma espécie de tablet, como demonstra o GIF abaixo:

Há protótipos com 2 telas, em que o usuário pode mexer tanto no celular dobrado quanto abri-lo como um livro. Também há empresas apostando em smartphones de 3 telas, possibilitando o uso de variados tamanhos.

Por mais que a tecnologia seja conhecida há alguns anos, o primeiro smartphone comercial da categoria foi o Royole FlexPai, lançado em 31 de outubro de 2018. Em fevereiro de 2019, a Samsung fez a primeira apresentação do modelo Fold, em um grande evento junto com o lançamento do S10. Veja o vídeo promocional:

Com previsão para as vendas no meio de 2019, a chinesa Huawei já apresentou o Mate X. Outras marcas, como a Xiaomi, a LG e até a Apple já indicaram estar trabalhando no desenvolvimento de modelos dobráveis.

Primeiros problemas

De fato, o primeiro smartphone a movimentar o mercado e trazer a discussão dos modelos dobráveis foi o Samsung Fold. A marca é muito popular em diversos países pelo mundo, e o lançamento do celular fez com que as pessoas prestassem mais atenção na tecnologia.

No dia 15 de abril de 2019, a Samsung colocou o Fold em pré-venda, esgotando as unidades em menos de três dias. Antes de mandar para os compradores, a marca disponibilizou celulares para jornalistas e influenciadores digitais ao redor do mundo. A questão é que muitas dessas pessoas relataram problemas como a segunda tela piscando, parando de funcionar e até chegando a quebrar por completo.

Veja um vídeo da CNBC que demonstra o ocorrido (não se esqueça de ativar as legendas):

Num primeiro momento, a Samsung se pronunciou dizendo que os problemas podem ter decorrido de “mau uso”. Porém, a empresa voltou atrás e se comprometeu a trabalhar para a melhora da qualidade da tela. A própria disponibilidade dos modelos para a venda foi adiada do final de abril para maio, como informaram os jornais.

Expectativas para o futuro

Para se tornar mais comum nas ruas mundo afora, os modelos dobráveis precisam apresentar melhorias em alguns quesitos, como:

Funcionalidade

Os celulares podem até ser bonitos e apresentarem um visual tecnológico, mas param por aí. Ainda não há aplicações práticas que realmente motivem as pessoas a escolher o modelo dobrável no lugar de um aparelho “normal”. A expectativa é que as fabricantes encontrem usos que realmente façam esses smartphones ganharem destaque e se tornarem úteis para o público.

Qualidade

As bordas altas nas laterais incomodaram muitos especialistas no assunto. Além disso, a transição para a tela expandida ainda é lenta e apresenta alguns bugs. As marcas e as desenvolvedoras de aplicativos precisam buscar soluções que tornem as ações com o celular mais rápidas e funcionais, sem perder a qualidade de resolução e de enquadramento da tela.

Preço

Os primeiros modelos foram vendidos a quase dois mil dólares. No Brasil, eles podem ultrapassar os 7 mil reais. É um preço muito elevado, principalmente pela falta de uso prático que realmente justifique tamanho investimento. Para ganhar mais espaço, a tecnologia precisa ficar um pouco mais barata, combinando boas funcionalidades com preços mais justos.

E aí, vai vingar?

Ainda não dá para responder essa pergunta com precisão. A relação com a tecnologia das telas dobráveis está no começo, e os primeiros modelos lançados ainda são cercados de muitas dúvidas. Por mais que apresente uma série de problemas, um smartphone como o Samsung Fold dá uma demonstração de que a ideia pode dar certo.

As grandes fabricantes, como Apple, Samsung, LG, Motorola e Xiaomi parecem realmente interessadas em investir na tecnologia, estabelecendo uma espécie de “corrida” para ver quem consegue lançar os melhores modelos. Isso é positivo, pois cabe às próprias marcas buscarem soluções para os problemas e produzir smartphones mais atrativos aos usuários.

É comum que os modelos por agora apresentem problemas e ainda tenham questões não resolvidas. Dificilmente uma tecnologia emplaca logo no começo! Vai demorar um tempo para ajustar as funcionalidades e melhorar a qualidade das telas e das dobras.

As apostas em sucesso ou fracasso ainda são muito baseadas em opiniões. Alguns especialistas dizem que os celulares de telas dobráveis não passarão de um mercado de nicho, restrito aos mais entusiastas da tecnologia. Outros dizem que a proposta é a nova tendência, e que em alguns anos a maioria dos aparelhos serão assim. O melhor mesmo é ler o máximo possível, tirar as próprias conclusões e esperar!

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